
Quando vi aquele caixão na sala aonde eu e meus primos costumavamos brincar, achei que era uma espécie de brincadeira do meu avô. Logo minha tia, chamou eu , meu primo e minha prima, no quarto dela, e explicou que ele não estava brincando, que ele tinha morrido, e havia virado uma estrela. De imediato lágrimas caiam pelos rostos fragilizados da gente, saímos correndo e ficamos durante horas abraçados ao corpo do nosso avô.
Depois disso, comecei a amar as estrelas. E quando olho pra elas me sinto sendo olhada por ele e pela minha avó que também se foi.
Crescemos e aprendemos que as estrelas não são de fato pessoas que morrem e viram estrelas, mas certas vezes temos que acreditar naquilo que me faz bem. #
O céu sempre será meu calmante, as estrelas sempre me trarão paz. Pois só assim, me transporto pra perto de quem tanto me faz falta. sz'

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